quinta-feira, 17 de março de 2011

Crônicas do transporte coletivo: Fones

Os  fones são de longe os maiores causadores de estresse naquele momento em que você poderia dar aquela cochilada.

É, finja que você não se importa, mas quando no início daquele ronco você escuta “Tô sem freio, tô sem freio” ou coisa pior em altíssimo som você com certeza grita: “NÃO POSSO MORRER HOJE!” após pensa aliviado: “Alguém pode comprar um fone pra esse cara?” Seguido de: “Eu quero dormir, pow”

A verdade é que não há explicação para esse problema simples de ser resolvido:
Fones de ouvido: R$ 20,00 (no Mercadolivre)
Celular: em média R$ 200,00 (com MP3, é claro, senão pra quê esse post?)
Pessoa mal educada: não tem preço e nem limite.

Quer coisa mais ilógica? Como o cara tem grana pra comprar um celuleco com MP3, mas não compra um fone de ouvido? (Explique-me, dê sua teoria no comentário, por favor, que eu também gostaria muito de entender).

O engraçado é que eu nunca encontro alguém que esteja escutando: um Tom Jobim ou um Gun's pelo menos. Não! As pessoas gostam de saber que todo do ônibus está sabendo “Como é que ela vem/ Como é que ela tá”. Só os seus tímpanos saberem, não basta.

Pelo amor de Deus, doe um fone de ouvido para uma pessoa que não tem.

Quem sabe assim eu consigo dormir um dia no busu sem ser acordada abruptamente por uma frase constrangedora.

Nadda Contra, só usem fones de ouvido que tá tudo certo!

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